Ontem (09) foi a entrega da décima segunda edição do Troféu Nota 10 do Jornal Diário de São Paulo, a noite começou bem animada, até mesmo porque a apresentadora Adriana Lessa, deu um show em sua apresentação, sempre dando suas palmas lentas e 'empolgantes' enquanto anunciava a entrega dos 20 troféus.
A primeira escola a receber o prêmio foi a Campeã Rosas de Ouro, que ganhou apenas duas estatuetas pela Velha-Guarda e Rainha de Bateria, a Ellen Rocche.
Após veio minha querida Camisa Verde e Branco, que recebeu os prêmios de Melhor Bateria e de Melhor Mestre-Sala e Porta-Bandeira do Grupo de Acesso. Agnaldo Amaral e a Bateria do Mestre Jason levantaram a massa com seu maravilhoso samba, leve e contagiante.
Apesar do dignissimo samba do Camisa, a estatueta de Melhor Samba Enredo foi para a Vila Matilde, com a Grande Campeã do Grupo de Acesso Nenê de Vila Matilde.
Em seguida, foi a vez do Império de Casa Verde, com a Melhor Bateria, a do Mestre Zoinho e do ritmista Magrão da Cuíca, que levou o prêmio de Sambista Nota 10.
A Unidos de Vila Maria, ganhou com seu casal de Mestre-sala e Porta-Bandeira.
A Acadêmicos do Tucuruvi, empolgou com seu samba: "Na capital do reggae, meu samba vai te embalar, pode aplaudir, o show vai começar", a esola levou o prêmio de Harmonia, Intérprete e Carnavalesco.
A Pérola Negra recebeu as estatuetas de Samba-Enredo e Comissão de Frente.
E depois de tanto trabalho e dedicação, o Vai-Vai ganhou com a Ala das Baianas e a Ala das Crianças, da Tia Cleuzi. Lamentável que tenham cortado o som do cavaquinho da nossa escola, mas paciência, nem por isso perdemos o brilho.
Enfim, chegou a última escola da noite, A Mocidade Alegre, que ganhou como Melhor Escola, Evolução, Fantasia, Alegoria e Enredo. Eles deram um show a parte, de dar inveja a qualquer escola, a cada verso do samba aparecia uma pessoa com fantasia correspondente, não foi uma mera apresentação, foi um SHOW a parte.
Mas como nem tudo são flores, a noite acabou no maior quebra-pau, enquanto as escolas se apresentavam, principalmente a Império, a Bateria do Mestre Sombra fazia um batuque atrás do palco. Os ritmistas do Império esperaram a Mocidade atras do palco, o show acabou e quando eles 'desceram' do palco, só se ouvia gritaria e via gente correndo, tentando descer do palco para participar do quebra-pau. Os seguranças tiveram um pouco de trabalho, a Garra chegou mas não precisarou interferir, minutos depois aparentemente os ânimos se acalmaram. Mas tenho certeza que não acabou por aí.





